Feeds:
Posts
Comentários

Google

VALOR DE MARCA
A publicidade, dentre outras coisas, trabalha para que o valor de determinada marca se torne cada vez maior e mais positivo perante o público envolvido. Esse valor de marca não expressa somente o valor financeiro, mas muitas outras especificidades como valor emocional, de mercado, de consumo, de maneira que quando falamos Valor de Marca (Brand Value), estamos tratando na verdade dos atributos que a Marca carrega consigo, desde logomarca até qualidade de produto e serviço de atendimento ao consumidor, ou seja, a Eqüidade da Marca (Brand Equity). Enquanto Brand Value se refere ao valor de um nome com seus atributos, Brand Equity é mais abrangente e diz respeito à capacidade de uma marca de alavancar negócios, talentos, distribuição, consumo, parcerias, etc. É a somatória de tangíveis e intangíveis que constroem o valor de uma marca dentro do dia-a-dia do público-alvo. Para demonstrarmos essa “equação” escolhemos a marca Google Inc. que, além de ser, no momento, a marca mais valiosa do mundo, tem algumas características que fogem do comum, como de vender um serviço intangível, e não um produto.
A MARCA
A Google Inc, empresa desenvolvedora de serviços online, surgiu em 1996 na forma de um projeto de site de busca avançada, rápido e com maior qualidade de ligações. Seus criadores e até então estudantes de doutorado da Universidade de Stanford Larry Page e Sergey Brin, idealizaram um sistema simples e abrangente, visto que não existia até então uma plataforma que respondesse com rapidez e qualidade seus objetivos na hora da procura.
Dos fatos iniciais da empresa, nenhum aparentemente justifica seu crescimento acelerado e seu posicionamento de marca mais valiosa no mundo (valor equivalente á US$ 66,434 bilhões), com apenas 10 anos de existência. O fato é que muitos destes detalhes viabilizados pelos criadores ajudaram, e muito, a construir o que a empresa é e mais importante, o quanto ela vale.
Inicialmente foi de fundamental importância a execução da missão criada por Page e Brin, de fazer um site que oferecesse a melhor opção de busca na Internet que tornasse as informações mundiais acessíveis e úteis, pois de nada adianta uma boa comunicação publicitária se o serviço prestado não é de qualidade. Elaborar e executar uma plataforma de simples utilização que faz uso de tecnologias que facilitam a busca otimizada e asseguram que os resultados mais importantes ou que melhor se encaixem com o procurado sejam encontrados foi o primeiro passo para tornar a empresa uma grande marca.
Os próximos passos e não menos importantes foram a escolha do nome e a criação da logomarca. O Nome, baseado na expressão googolplex que representa o número 1 seguido de 1000 zeros, demonstra a imensidão da web e a facilidade adquirida de encontrar qualquer coisa na web com a respectiva ferramenta de busca. A logomarca, que durante os 10 anos evoluiu junto com a empresa (Anexo 1), é baseada nas cores primárias e em fontes comuns, tudo para facilitar a leitura de modo que em qualquer língua ou escrita, seja entendida e captada.
Os demais passos podem ser exemplificados de uma única maneira, melhorar tecnologicamente e usualmente o serviço oferecido. O Google é o site de busca mais utilizado no mundo e isso ocorre basicamente devido a qualidade, a atualização diária e a ética de seu serviço.  Atualmente oferece mais de 30 ferramentas, entre serviços online e aplicativos, que abrangem sistemas de busca universal, ferramentas de construção online (blogs, correios eletrônicos), compartilhamentos de fotos, visualizador de mapas, publicidade online, entre outros.
A PUBLICIDADE DA MARCA
A Google Inc. é conhecida como uma empresa que faz uso de meios publicitários não convencionais. Basicamente, ela se preocupa em divulgar suas ferramentas dentro das demais ferramentas, de modo que se o consumidor utiliza uma, terá facilidade em adquirir as demais. Além disso, todo sistema que está ligado ao Google carrega consigo uma assinatura ou logomarca da empresa, fazendo com que ela esteja presente em uma maior quantidade de sites e hospedagens. Por outro aspecto, a empresa investe em mídias alternativas e anuncia, na maioria das vezes, suas ferramentas (Anexo 2). Foram poucas as vezes que a Google fez anúncios institucionais (Anexo 3) ou fez uso de mídias habituais, como ocorreu em 2007, quando veiculou na TV, para o lançamento de seu navegador de web, o Google Chrome.
OS VALORES QUE INFLUENCIAM NA COMUNICAÇÃO PUBLICITÁRIA DA MARCA.
Diante dos fatos apresentados concluímos que a comunicação publicitária da Google Inc. é influenciada principalmente por sua cultura organizacional, seu ambiente organizacional e seu posicionamento perante o mercado. O consumidor acostumou-se com a qualidade e disponibilidade de ferramentas da empresa, logo, por exemplo, não é preciso dizer em um anúncio como funciona determinada ferramenta e sim dizer que ela pertence a Google Inc., esse fato já persuade por si só. O posicionamento da marca e seus mecanismos de trabalho transmitem aos públicos envolvidos que a Google Inc. é uma empresa sólida, tecnológica, e que está sempre em busca do aprimoramento de seus serviços, e é dessa maneira que a mensagem em sua comunicação deve ser transmitida.
Os valores que influenciam a comunicação publicitária são equivalentes aos valores que a marca representa para seu consumidor e para os demais públicos com quem se relaciona. Todo e qualquer fator que venha a interferir, tanto positiva ou negativamente a Marca, modificará de mesmo modo a comunicação publicitária. A comunicação publicitária remete aquilo que a Marca é e o que ela deseja transmitir, de modo que os valores da marca e do ambiente onde ela atua, também influenciarão sua comunicação. Por isso exemplificar a empresa, sua cultura e seu ambiente organizacional demonstra a “cara’ que sua comunicação deve possuir e as influências que ela possui.

Autor: Renata Ramon

Valor de Marca

A publicidade, dentre outras coisas, trabalha para que o valor de determinada marca se torne cada vez maior e mais positivo perante o público envolvido. Esse valor de marca não expressa somente o valor financeiro, mas muitas outras especificidades como valor emocional, de mercado, de consumo, de maneira que quando falamos Valor de Marca (Brand Value), estamos tratando na verdade dos atributos que a Marca carrega consigo, desde logomarca até qualidade de produto e serviço de atendimento ao consumidor, ou seja, a Eqüidade da Marca (Brand Equity). Enquanto Brand Value se refere ao valor de um nome com seus atributos, Brand Equity é mais abrangente e diz respeito à capacidade de uma marca de alavancar negócios, talentos, distribuição, consumo, parcerias, etc. É a somatória de tangíveis e intangíveis que constroem o valor de uma marca dentro do dia-a-dia do público-alvo. Para demonstrarmos essa “equação” escolhemos a marca Google Inc. que, além de ser, no momento, a marca mais valiosa do mundo, tem algumas características que fogem do comum, como de vender um serviço intangível, e não um produto.

A Marca

A Google Inc, empresa desenvolvedora de serviços online, surgiu em 1996 na forma de um projeto de site de busca avançada, rápido e com maior qualidade de ligações. Seus criadores e até então estudantes de doutorado da Universidade de Stanford Larry Page e Sergey Brin, idealizaram um sistema simples e abrangente, visto que não existia até então uma plataforma que respondesse com rapidez e qualidade seus objetivos na hora da procura.

Dos fatos iniciais da empresa, nenhum aparentemente justifica seu crescimento acelerado e seu posicionamento de marca mais valiosa no mundo (valor equivalente á US$ 66,434 bilhões), com apenas 10 anos de existência. O fato é que muitos destes detalhes viabilizados pelos criadores ajudaram, e muito, a construir o que a empresa é e mais importante, o quanto ela vale.

Inicialmente foi de fundamental importância a execução da missão criada por Page e Brin, de fazer um site que oferecesse a melhor opção de busca na Internet que tornasse as informações mundiais acessíveis e úteis, pois de nada adianta uma boa comunicação publicitária se o serviço prestado não é de qualidade. Elaborar e executar uma plataforma de simples utilização que faz uso de tecnologias que facilitam a busca otimizada e asseguram que os resultados mais importantes ou que melhor se encaixem com o procurado sejam encontrados foi o primeiro passo para tornar a empresa uma grande marca.

Os próximos passos e não menos importantes foram a escolha do nome e a criação da logomarca. O Nome, baseado na expressão googolplex que representa o número 1 seguido de 1000 zeros, demonstra a imensidão da web e a facilidade adquirida de encontrar qualquer coisa na web com a respectiva ferramenta de busca. A logomarca, que durante os 10 anos evoluiu junto com a empresa, é baseada nas cores primárias e em fontes comuns, tudo para facilitar a leitura de modo que em qualquer língua ou escrita, seja entendida e captada.

A evolução da logomarca do Google

A evolução da logomarca do Google

Os demais passos podem ser exemplificados de uma única maneira, melhorar tecnologicamente e usualmente o serviço oferecido. O Google é o site de busca mais utilizado no mundo e isso ocorre basicamente devido a qualidade, a atualização diária e a ética de seu serviço.  Atualmente oferece mais de 30 ferramentas, entre serviços online e aplicativos, que abrangem sistemas de busca universal, ferramentas de construção online (blogs, correios eletrônicos), compartilhamentos de fotos, visualizador de mapas, publicidade online, entre outros.

A Publicidade da Marca

A Google Inc. é conhecida como uma empresa que faz uso de meios publicitários não convencionais. Basicamente, ela se preocupa em divulgar suas ferramentas dentro das demais ferramentas, de modo que se o consumidor utiliza uma, terá facilidade em adquirir as demais. Além disso, todo sistema que está ligado ao Google carrega consigo uma assinatura ou logomarca da empresa, fazendo com que ela esteja presente em uma maior quantidade de sites e hospedagens. Por outro aspecto, a empresa investe em mídias alternativas e anuncia, na maioria das vezes, suas ferramentas.

Google Maps – Visualisador de mapas e traçador de rotas

Google Maps – Visualisador de mapas e traçador de rotas

Google Maps – Visualisador de mapas e traçador de rotas

Google Maps – Visualisador de mapas e traçador de rotas

Google Maps - Visualizador de mapas e traçador de rotas

Google Maps - Visualizador de mapas e traçador de rotas

Foram poucas as vezes que a Google fez anúncios institucionais ou fez uso de mídias habituais, como ocorreu em 2007, quando veiculou na TV, para o lançamento de seu navegador de web, o Google Chrome.

Anúncio Institucional

Anúncio Institucional

Anúncio Institucional

Anúncio Institucional

Lançamento do Google Chrome

Os Valores que influenciam na Comunicação Publicitária da Marca

Diante dos fatos apresentados concluímos que a comunicação publicitária da Google Inc. é influenciada principalmente por sua cultura organizacional, seu ambiente organizacional e seu posicionamento perante o mercado. O consumidor acostumou-se com a qualidade e disponibilidade de ferramentas da empresa, logo, por exemplo, não é preciso dizer em um anúncio como funciona determinada ferramenta e sim dizer que ela pertence a Google Inc., esse fato já persuade por si só.

O posicionamento da marca e seus mecanismos de trabalho transmitem aos públicos envolvidos que a Google Inc. é uma empresa sólida, tecnológica, e que está sempre em busca do aprimoramento de seus serviços, e é dessa maneira que a mensagem em sua comunicação deve ser transmitida.

Os valores que influenciam a comunicação publicitária são equivalentes aos valores que a marca representa para seu consumidor e para os demais públicos com quem se relaciona. Todo e qualquer fator que venha a interferir, tanto positiva ou negativamente a Marca, modificará de mesmo modo a comunicação publicitária. A comunicação publicitária remete aquilo que a Marca é e o que ela deseja transmitir, de modo que os valores da marca e do ambiente onde ela atua, também influenciarão sua comunicação. Por isso exemplificar a empresa, sua cultura e seu ambiente organizacional demonstra a “cara’ que sua comunicação deve possuir e as influências que ela possui.

Biografia

World Wide Web

Anúncios

Barbie

Autores:  Hanna Danna e Souza e Thaina Noda Vendrame

História da marca

Nesse ano (2009), Barbie, a boneca mais vendida do mundo, fabricada pela Mattel, comemora seus 50 anos, com rosto e corpo de 20.

Ela foi lançada em 9 de março de 1959 e criada por Ruth Handler. Ruth e seu marido são os criadores da empresa de brinquedos Mattel, que fabrica a boneca Barbie.

01Ao criar a Barbie, Ruth fora possivelmente influenciada pela boneca alemã BildLilli, loira, com olhar para baixo e com traços semelhantes aos nus pornográficos. “Para evitar a semelhança entre as bonecas, a Mattel contratou um maquiador profissional da Universal Pictures, responsável por “deserotizar” a face de Lilli; um engenheiro de mísseis do Pentágono ajudou a desenvolver brinquedos de alta tecnologia, chegando a patentear as articulações do corpo da boneca. Charlotte Johnson, estilista e veterana da moda, fabricou os trajes da Barbie, impondo-lhe o seu próprio jeito imponente de vestir-se. E ainda, um diretor de pesquisa motivacional foi contratado para elaborar um pacote de propagandas que sanasse a insegurança e o ódio que as mães tinham em relação a uma boneca adulta”, diz Fernanda Theodoro Roveri, em seu estudo “A boneca Barbie e a educação das meninas – um mundo de disfarces.”

Ruth nomeou a boneca de Barbie por ser o diminutivo de Bárbara, uma de suas filhas. No inicio, Barbie era vendida a US$ 3 e hoje chega a custar US$ 10 mil. Foi a primeira boneca maquiada e também a primeira a ser criada em modelo adulto, sendo que as demais sempre eram representadas como bebês ou crianças.

Confirmando seu slogan- Beanything-, Barbie é loira, fashion, rica, bonita, inteligente e famosa. Ela nunca envelhece. Em seu mundo cor-de-rosa de fantasia e sonhos tudo pode acontecer. Ela pode ser o que quiser e você também pode, contanto que esteja na moda. “Faça o que você quiser, desde que a sua aparência seja como deve ser; isto é, o mais parecida possível com a boneca impossível”, Paula Sibila, em “A arma de guerra chamada Barbie”.
A boneca perfeita tem também um namorado perfeito, Ken, criado em 1961. Como Barbie, Ken também acompanha a moda e possui vários acessórios.

A boneca já apareceu em diversas profissões, de caixa do McDonald’s até astronauta e estrela do rock, e é vendida em mais de 150 países. É alvo de colecionadores e já foi vestida por vários estilistas famosos e grandes marcas. Barbie até deixou sua marca na calçada da fama em Hollywood, onde chegou com os filmes “Barbie e o Quebra Nozes”, “Rapunzel” e “A Princesa e a Plebéia”.

Devido à concorrência causada pela entrada de outras bonecas no mercado de brinquedos, Barbie teve suas vendas em queda, o que levou a Mattel a lançar versões mais despojadas e étnicas da boneca como forma de reverter a situação sem sucesso.

Nesse ano, em comemoração aos 50 anos de Barbie, a Mattel abriu a primeira loja-conceito da Barbie, localizada em Xangai na China, num prédio de seis andares destinado a mulheres de todas as idades. Há uma escada transparente em espiral rodeada de 800 Barbies, restaurante e o “Bar Barbie” além de muitas outras atrações. As clientes podem até criar suas próprias bonecas exclusivas.

Valores culturais e sociais

As bonecas Barbie são constantemente vendidas em mais de 150 países no mundo por quase meio século. Transformando-se em ícone de beleza, comportamento jovem e consumista. Ditando tendências e atitudes tanto em crianças como adultos,é um modelo feminino do pós guerra, sendo baseada em outra boneca alemã chamada Lilli.

A empresa Mattel, criadora da boneca no pós-guerra (1959), percebeu que o publico infantil era um grande consumidor, até então suas propagandas eram dedicadas  aos pais das crianças. Os comerciais então começaram a serem mais apelativos as meninas que gostariam de ter o brinquedo.

Estimuladas pelo universo colorido, e um mundo imaginário da boneca, as meninas após assistirem os comercias desejam tê-la e  ter seus acessórios (castelos, carros). Alimentando assim o estilo consumista que a boneca passa.

Não só manifestando comportamentos exagerados de compra, ela se faz de exemplo para uma apresentação corporal e de estilo de vida, ensinando como agir, pensar, e se relacionar com o mundo. Como pessoas não consomem só produtos, mas também idéias e valores, acabam trazendo para si características que a boneca diz serem as melhores.

Com os filmes que a Mattel produziu, eles faturam em cima de cenários e figurinos que geralmente não vem junto com as bonecasem suas embalagens, mais um ponto para favorecer a venda dos produtos Barbie, e aumentar com o consumismo desenfreado de toda uma geração.

002Sempre com o mesmo formato de rosto e corpo ela faz uma padronização de modelo perfeito. O fato de terem versões negras, hispânicas, asiáticas, não muda a fôrma em que todas são feitas, apenas a cor de plástico utilizado.A diferença nas cores da boneca apenas fazem a empresa vender mais. Uma menina negra gostaria de ter a “BARBIE“ de mesma descendência racial, e isso daria a empresa um lucro de mais 50 dólares.
Qualquer que seja a etnia, a boneca continua com padrões de beleza iguais. Magra, na ponta dos pés, com características de descendentes brancos.

O poderoso modelo corporal da boneca mais vendida do mundo foi mudado em 1997 teve cinturas e quadris alargados para parecer mais realista, medidas que foram tomadas pela Mattel na tentativa de amenizar as criticas que haviam sofrido. Entretando as mudanças são sutis.

Seu corpo continua com medidas incomuns, humanamente impossíveis.  Se ela fosse humana suas medidas seriam essas: busto 99 cm, cintura 48 cm, quadris 83 cm e peso 45,8 kg e demandaria de uma altura de 2m 13 para sustentar tudo, com esse peso ela não possuiria quantidade necessária de gordura corporal suficiente para ter ciclos regulares menstruais e nem sequer andaria.  Uma mulher em média tem: busto 93 cm, cintura 90 cm, quadris 1m, peso 65,7 kg. Até as modelos mais magras não se aproximam da medida da boneca.

Estimuladas por uma imagem fabulosa crianças querem não ter só a Barbie mas ser a Barbie, e ao passar ver a imagem “bela“ transmitida acabam desejando para elas um corpo “perfeito“, porém representa um ideal de beleza norte-americano impossível.

03O padrão de beleza desejado é simplista e estereotipado. Para “ser“ uma Barbie mulheres se dispõem a intervenções cirúrgicas e a métodos que agridem a saúde.

A Anorexia  entra com força nestes métodos para se tornar bela. Ela é uma disfunção alimentar, seus resultados são estresse físico, baixo peso corporal e dietas alimentares errôneas. É uma doença complexa, que envolve componentes psicológicos, fisiológicos, e sociais.

Sempre jovem e bela, desprezando a infância e o envelhecimento, mostrando que a moda, a sexualidade e a beleza concentram-se na idade jovem. Estimulando toda uma geração a ser igual, ser  ”Barbie”, mostrando uma imagem de jovem livre nas escolhas, gentil, tendo um modelo social perfeito, por outro lado representa uma ditadura de padrões de beleza corporais transformando mulheres em mercadoria que deve ser modificadas a exemplo do padrão.

Publicidade

Em seus 50 anos a Barbie conseguiu o que famosos como Michael Jackson não conseguiram: sempre linda e adorada pelas crianças

Em seus 50 anos a Barbie conseguiu o que famosos como Michael Jackson não conseguiram: sempre linda e adorada pelas crianças

Uma Barbie é vendida no mundo com a mesma velocidade que muitas famosas trocam de namorado: a cada dois minutos

Uma Barbie é vendida no mundo com a mesma velocidade que muitas famosas trocam de namorado: a cada dois minutos

A Barbie é a única celebridade que em todos os anos de carreira só teve um namorado. A Sandy não conta, ela teve dois

A Barbie é a única celebridade que em todos os anos de carreira só teve um namorado. A Sandy não conta, ela teve dois

Ao contrário de muitas celebridades, a Barbie conseguiu um grande feito: ser famosa pelas roupas que veste e não pelas que tira.

Ao contrário de muitas celebridades, a Barbie conseguiu um grande feito: ser famosa pelas roupas que veste e não pelas que tira.

Observamos que estas campanhas que encontramos, supostamente seriam dedicadas ao público infantil.  Porém não tem uma conotação tão infantil assim.

Com 50 anos de mercado, é impossível dizer que Barbie não detêm influência sobre gerações,  Como mulher “perfeita” e exemplo,  a mulher real tentaria chegar ao mais perto disso possível, mesmo que para isso precisasse deteriorar seu organismo. E não é só nesse exemplo que Barbie seria a numero 1, ela mostra como a mulher deve ser carinhosa, querida,como agir e se isso não bastasse rica. Utilizando da ultima tendência da moda e de seu poder em um mundo cor-de-rosa. Ela passa de um simples brinquedo para se transformar em ícone mundial do exemplo de mulher, que mata mulheres de verdade tanto pela beleza quando por atitudes.

Referências bibliográficas

  • A BONECA BARBIE E A EDUCAÇÃO DAS MENINAS – UM MUNDO DE DISFARCES
  • ROVERI, FernandaTheodoro – UNICAMP
  • A ARMA DE GUERRA CHAMADA BARBIE SIBILA, PAULA

Havaianas

Autores: Eduardo Siqueira Melo e Thaise Pires Dal Moro

História – construção dos valores da marca

Havainas é uma marca brasileira de chinelos de borracha produzidas pela São Paulo Alpargatas, uma empresa do Grupo Camargo Corrêa. A primeira Havaianas surgiu em 1962. Foi inspirada numa típica sandália japonesa chamada Zori, feita com tiras em tecido e solado de palha de arroz, que são usadas com kimono. Por esta razão, o solado de borracha de Havaianas possui uma textura que reproduz grãos de arroz. O primeiro modelo é o mais tradicional: branco com tiras e laterais da base azuis. Era tão simples a idéia da nova sandália que sua fama se espalhou feito rastilho de pólvora. Em menos de um ano, a São Paulo Alpargatas fabricava mais de mil pares por dia, o que levou ao aparecimento das imitações. A concorrência bem que tentou, mas não contava com a qualidade das “legítimas”, as únicas que “não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”.

O grande público das Havaianas foi, durante trinta anos, uma classe financeiramente desfavorecida que a comprava em mercados de bairro. Assim, as Havaianas ficaram conhecidas como “chinelo de pobre”. Tentando mudar esta idéia, a companhia lança em 1991 o modelo Havaianas Sky, com cores fortes e calcanhar mais alto, dando a idéia de que pertencia a um público de classe mais alta. Seu preço também é mais elevado que o das tradicionais. Para levar o lançamento ao público alvo, foram veiculadas propagandas de grande porte estreladas por artistas famosos. Em seguida a distribuição foi organizada de acordo com o público alvo, ou seja, as sandálias começaram a ser vendidas em lugares onde as classes A e B frequentavam. Também foi criado um display vertical para facilitar a escolha do produto e do número. Este display substituiu as antigas bancadas com pares espalhados.

A mania de virar a parte branca das Havaianas para baixo, deixando a colorida para cima, formava uma sandália que parecia ser de uma única cor. Esta foi a inspiração para o lançamento das Havaianas Top criadas em 1993.

“Havaianas. Todo mundo usa.” Em 1994, época em que a marca estava em crise, a comunicação das Havaianas passa por uma grande transformação. Na TV, pessoas famosas como Malu Mader, Bebeto, Hortência e Luana Piovani mostravam seus pés. Era verdade: todo mundo usava Havaianas. “Todo mundo usa” poderia soar como um exagero comum em publicidade. Mas quando você tem um produto que está nos pés de 2 em cada 3 brasileiros, com mais de 80% de share de mercado, isto passa a ser um retrato bem fiel da realidade. E nas revistas, a explosão de cores e as imagens divertidas dos anúncios de Havaianas traduziam o alto-astral da marca. Outra curiosidade é que o primeiro merchandising da TV brasileira foi o das Havaianas. A marca patrocinava o programa de humor Família Trapo, que contava com nomes como Jô Soares e Golias, e aparecia em alguns episódios.

De 1994 a 2000 o produto foi aos poucos “sofisticado” pela empresa em campanhas e em muitos lançamentos. As havaianas se tornam mania internacional. Estrangeiros compram no Brasil e levam para seus países. Viram assuntos nas páginas de grandes jornais e revistas do mundo, e conquistam algumas das vitrines mais concorridas do planeta. Outro fator que culminou no sucesso da marca no exterior foi quando, em 2003, foram produzidos modelos sofisticados com os rubis, para os indicados ao Oscar e colocados em embalagens especiais com a foto de cada um imitando um espelho. Os calçados foram entregues aos indicados no dia seguinte à premiação do Oscar.

Nos últimos anos, o lucro gerado pela exportação das Havaianas quadruplicou e os países que mais compram são Estados Unidos e Finlândia, podendo ser encontradas em mais de 60 países.

O ano de 2009 começou com um grande acontecimento na história da marca, a abertura do espaço Havaianas em São Paulo. Uma loja que reúne a linha completa de sandálias (as Tradicionais; a Top, as Havaianas Brasil, lançadas durante a Copa do Mundo de 98; a Surf; a Fashion; a Fashion Cristal; a Kids; a Clubes; a Floral; a Alamoana; a Milênio etc), produtos exclusivos para o mercado internacional, customização e novos produtos. O Espaço Havaianas transmite todo astral e energia da marca.

Campanhas Publicitárias

Campanhas publicitárias de sucesso marcaram a história das Havaianas. Quem primeiro apresentou o produto, por muitos anos, foi Chico Anysio com o slogan “Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras”. Na década de 90, voltou em um dos anúncios do lançamento das havaianas Top proclamando “Isso é amor antigo”. A simbiose entre o produto e o artista foi tão grande que houve um tempo em que se acreditava ser ele o dono da empresa. Saiu Chico Anysio e entrou Thereza Collor. “Todo mundo usa Havaianas” era o tema da campanha, que foi ao ar logo depois com o ator Luis Fernando Guimarães. Ele flagrava personalidades como Vera Fisher, Malu Mader, Bebeto e Maurício Mattar usando as sandálias. Na TV, a popularidade de Carolina Ferraz caiu ao tirar suas havaianas. Cristiana Oliveira ia tirando as peças de sua indumentária para descobrir o responsável pelos miligramas a mais que a balança, quebrada, não acusava. Em outro filme uma fã quase descobre Fábio Assunção disfarçado na praia através de suas sandálias. Pouco depois, um garoto beijava as sandálias de Rodrigo Santoro pensando serem de Luana Piovani, outro pedia as havaianas da Déborah Secco para fazer traves de gol. Marcos Palmeira, Raí, Popó, Luma de Oliveira e Reinaldo Gianechini também apareceram nas telinhas em divertidas situações relacionadas ao produto. Uma coisa é certa: objeto de desejo, as havaianas têm glamour, personalidade e estilo.

Publicidade

Havaianas - Comerciais em TV

Havaianas - Comerciais em TV

Havaianas - outras midias

Havaianas - outras midias

Havaianas - revistas

Havaianas - revistas

Vídeos

Victor Hugo

Autores: Poliana Klisiewicz e Rafaela Riera

História

A grife Victor Hugo tem esse nome por causa do seu criador que se chama Victor Hugo mesmo e tem como outros sobrenomes Alves Gonzalez. Aos 50 anos, o ex-hippie uruguaio só tem motivos para comemorar a decisão tomada na década de 70, quando deixou a fazenda dos pais para “buscar novos horizontes”. No melhor estilo da época, desembarcou no Brasil com muitos planos e nenhum dinheiro. Foi vender jóias de prata (que fazia em casa) na Praça General Osório, no Rio de Janeiro, onde montava sua barraquinha todo final de semana, e na Praça da República, em São Paulo, onde aparecia eventualmente. Nos outros dias, carregava seus produtos nas costas e visitava cabeleireiros, galerias de arte e todos os lugares onde pudessem existir boas clientes.

Bonitão e bom de papo, foi conhecendo as pessoas certas e ganhando freguesia. Hoje, tem duas fábricas no Rio de Janeiro, vinte lojas próprias e 24 licenciadas e 2 100 funcionários. Declara um faturamento anual de 50 milhões de dólares. “Quando cheguei ao Rio, artesanato era moda e eu fazia jóias caras. Meus clientes sempre foram artistas e grã-finos”, lembra. “Eu vivia como os clientes, gastava muitíssimo e nunca sobrava dinheiro.”

O estilo incluía um lado globe-trotter, com viagens freqüentes a Ibiza, Saint-Tropez, Paris e Londres, onde ele garante que conseguia se sustentar vendendo jóias. Nessas andanças, aprendeu várias línguas – fala fluentemente italiano, francês e inglês, além do espanhol original e do português –, conheceu muita gente e ampliou o leque de clientes. Conta que foi quando se preparava para uma dessas viagens que notou que, no Brasil, não havia malas ou bolsas de boa qualidade. Pronto: a barraquinha mudou de ramo.

A primeira bolsa Victor Hugo era uma espécie de baú com duas alcinhas. Seguindo o mesmo conceito das jóias, passou a fazer bolsas exclusivas, artesanais e, lógico, caras – uma bolsinha de couro custava o equivalente a 300 dólares. Depois de vender de porta em porta, Victor Hugo passou a produzir pequenas coleções para lojas conhecidas, como Elle et Lui, Krishna e Via Veneto.

Com a marca mais ou menos firmada, Victor Hugo aposentou a barraquinha, montou uma fabriqueta e abriu a primeira loja em Ipanema, em 1975. Daí para frente cresceu sem parar, sempre fincado no nicho dos produtos de luxo – o preço médio de uma bolsa Victor Hugo é 500 reais, podendo chegar a 1 200 cobrados por um modelo de couro de avestruz.

Enquanto os portos nacionais estavam fechados à importação, reinou sozinho, com bolsas notavelmente semelhantes às das grandes grifes internacionais – característica que ele mesmo reconhece. “Como eu era a única referência, não tinha nenhum problema minhas bolsas serem parecidas”, diz. Mas ressalva: “Agora que estão chegando todas, tenho de fazer mais produtos personalizados”. Nas prateleiras, porém, o que se vê ainda é muita inspiração, digamos, externa. Por que, então, alguém se dispõe a pagar caríssimo pelo VH (logo que lembra muito o LV, de Louis Vuitton)? Fidelidade, diz ele, e carteira recheada: “Quem pode comprar Victor Hugo não pensa em economiza”.

Atualmente a Victor Hugo possui franquias em outros países como: Nova York, Estados Unidos e Lisboa, Portugal.

Valores

A grife Victor Hugo vende junto com suas bolsas o “alto luxo”. Estas são as palavras que definem essa marca de bolsas e acessórios que gera tanto desejo de consumo nas mulheres.

A qualidade inquestionável junto com a comunicação da marca fazem com que ela se torne objeto de desejo para muitas mulheres e que as mulheres que têm um poder aquisitivo mais elevado não a troque por nenhuma outra marca. A comunicação da marca, que é veiculada principalmete em revistas de moda – justamente para selecionar o público que vai ter acesso ao material da campanha, já que o público alvo da marca é de alto nível financeiro e gosta de exclusividade – e outdoors, explora o desejo da mulher de se sentir luxuosa e acima das outras mulheres. Por isso em suas peças publicitárias geralmente não é dado muito enfoque no cenário – e sim no próprio produto –, modelos, geralmente, femininos aparecem vestidas com elegância e refinamento e segurando, ou usando, os produtos da marca.

Outra característica da comunicação da Victor Hugo é, assim como as bolsas, o resgate do glamour e do luxo de grifes de outros países – como a Louis Vuitton e a Gucci – e a superioridade da mulher perante o homem, o poder e a sedução conferidos pelas bolsas às suas donas que fazem com que os homens fiquem aos seus pés, em uma atmosfera de muito glamour e desejo.

O conceito da superioridade feminina pode ser observado em um desfile para a apresentação da coleção de inverno das bolsas em abril de 2008. Nele modelos masculinos sem camisa, somente com uma calça jeans, desfilavam utilizando as bolsas da nova coleção e apenas um modelo feminino utilizando uma bolsa da marca despertava desejo em todos aqueles lindos homens.

Em 2009 o conceito da marca evoluiu, passando de algo refinado e dedicado à mulheres mais velhas para algo arrojado e dedicado também para mulheres mais jovens, porém sem perder o luxo e a elegância.

O alto luxo é uma junção desses outros conceitos também presentes na marca: a superioridade, o glamour e a elegância da Victor Hugo fazem com que ela seja considerada uma marca de luxo e venda isso para as suas clientes como algo que está acima de tudo e de todos, um valor pessoal que se transfere da bolsa para a mulher.

Publicidade

Outdoor do final de 2007

Outdoor do final de 2007

Outdoor do final de 2007

Outdoor do final de 2007

Outdoor do final de 2007

Desfile da Coleção de verão 2008

Desfile da Coleção de verão 2008

Desfile da Coleção de verão 2008

Desfile da Coleção de verão 2008

Desfile da Coleção de verão 2008

Desfile da Coleção de verão 2008

Desfile da Coleção de verão 2008

Campanha 2009

Campanha 2009

Campanha 2009

Sadia

Logo Sadia

Logo Sadia

Autor: Aaron David Aznar

História da Marca Sadia

Para podermos compreender a Comunicação Publicitária de uma das maiores empresas de produtos alimentícios industrializados do Brasil e do mundo, a Sadia, é importante entender sua origem e seu conceito empresarial dentro do mercado. Foi em 1944, no dia 7 de Julho em Concórdia – Santa Catarina, que Attílio Francisco Xavier Fontana fundou a S.A. Indústria e Comércio Concórdia. O nome da empresa foi abreviado posteriormente juntando “SA” com a última sílaba “DIA” da cidade, Concórdia, original da Sadia.

Foi com as inovações que a empresa, logo nas primeiras 2 décadas de seu posicionamento de mercado, que a Sadia ganhou força e rapidez nas entregas alternando do transporte ferroviário e rodoferroviário para o aéreo. No ano de 1952, o slogan da marca passou a ser “Pelo seu ar, para seu lar”. As viagens precisavam chegar com muita urgência na região Sudeste do Brasil devido a grande demanda do mercado, principalmente nas capitais paulista e carioca. Tanto que na década de 1950, foi fundada a segunda fábrica do grupo em Moinho da Lapa, em São Paulo. A partir desse momento os produtos da Sadia passaram e receber um tratamento especial e sua marca foi facilmente associada à sofisticação e modernidade. Nessa mesma década foi possível implantar suinocultura integrada, aumentando cada vez mais o lucro do grupo Sadia.

Já em 1968, temos um caso interessante a analisar. Com a marca já bem consolidada, a Sadia teve o privilégio investir em novos experimentos mais uma vez. Na cidade de Concórdia, os primeiros abates de peru transformaram esse novo produto em uma das principais fontes de faturamento empresarial. Neste mesmo período, a Sadia teve que superar uma crença brasileira de que “galinha é comida de doente”. E alcançou o abate de mais de 1 milhão de frangos por ano.

No ano seguinte foi a vez dos produtos semi-prontos congelados. Almôndegas, kibe e hambúrguer foram sucessos instantâneos, devido fato de que a praticidade seria o alvo a ser alcançado nos próximos anos. Mesmo com tanto crescimento, a empresa precisava de algo que transmitisse o conceito de agilidade e carinho que a empresa tem com seus consumidores.

lequetreque_esbocos

Esboços do Lequetreque - O Frango mais veloz do mundo

Foi na década de 1970 que o Lequetreque ganhou espaço no meio publicitário para trazer para todo Brasil as novidades da Sadia. Em suas propagandas, o frango sempre tomava banho antes de ir para a mesa. Logo virou ídolo devido seu carisma. O mascote representou nesta época o crescimento da empresa. Neste mesmo período, o grupo começa a exportar para os países da Europa, do Oriente Médio. Também fundou em Faxinal dos Guedes – Santa Catarina, um Centro de Pesquisa Genética Animal e Biotecnologia, o maior da América Latina em desenvolvimento genético suíno.

Primeiro comercial do Mascote Lequetreque

No ano de 1980 a Sadia pode comprovar sua qualidade nos alimentos no exterior, chegando a passar da casa dos US$ 100.000.000,00, no que se diz respeito à exportação do grupo. Cinco anos depois foi possível tornar a Sadia, maior exportadora de frangos para o Japão. A mega estrutura da Sadia fez com que se confirmassem cada vez mais a qualidade e modernidade que a empresa tem nas mãos.

Em 1984 a Sadia continua crescendo e trás a mesa do consumidor, os empanados de frango semi-prontos congelados. Era mais um produto da Practice Lines.  Mais uma vez o sucesso nacional foi inserido no cotidiano da marca.

Surgiram então, os primeiros movimentos de defesa do consumidor. E a Sadia não poderia ficar fora dessa, lançando o Serviço de Informação ao Consumidor Sadia, que em 1982 iniciou suas atividades. Somente em 1991, foi instituído o Código de Defesa do Consumidor que ajudou ainda mais a aproximação da empresa com seu consumidor. Na década de 1990 a empresa lançou mais uma linha para facilitar o preparo dos alimentos para o consumidor, aproximando mais os produtos da Sadia, da mesa do consumidor nacional. A Linha Todo Sabor recebeu a maior tecnologia na produção de pratos prontos congelados. No final da década de 1990, um slogan Sensacional sintonizou a Sadia e seu consumidor. O slogan era: “A Sadia é o S do Brasil”. Um S de sucesso, saúde, sorriso. Um S de sempre. Com essa campanha publicitária, foi possível enfatizar ainda mais a presença da Sadia na vida do povo brasileiro.  A cada dia a Sadia se fixava no mercado de forma com que se tornasse estável, buscando aproximar-se da perfeição e quase se tornar imortal.

A Sadia tem escritórios comerciais em Milão, Espanha, Tóquio, Japão, e Dubai, nos Emirados Árabes, considerada cidade do luxo. Além de uma churrascaria em Pequim, na China. Os produtos da Sadia são distribuídos no mercado interno por meio de 90 mil pontos-de-venda e exportados para 50 países.


Fusão da Sadia e Perdigão

Em Toledo, no Paraná, uma das maiores indústrias de frigoríficos do Brasil, a Sadia, já chegou a ter 9200 funcionários. Desde o início do ano de 2009, 1100 pessoas foram demitidas até junho do mesmo ano, devido a um fechamento de turno. O órgão responsável pelas contratações e demissões não sabe dizer, ao certo, quantas pessoas ainda serão mandadas embora.

Este é um dos casos ocorridos pela Sadia no ano de 2009, devido à grande confiança que a empresa tinha na baixa do dólar. A empresa teve no ano anterior, um prejuízo de R$ 2,5 bilhões. É importante ressaltar que a empresa nunca teve uma queda tão grande em 64 anos de história. Mas para que a Sadia pudesse se sustentar em meio a essa crise foi preciso fazer uma fusão com sua concorrente Perdigão. Bem como a Sadia, uma mega empresa do mesmo setor. Essa fusão não foi feita instantaneamente, tendo em vista que a Sadia tentou comprar a Perdigão, em 2006, por uma oferta hostil. A Perdigão sabe que em uma boa negociação, nenhuma das partes pode sair perdendo. Ou seja, caso a Perdigão se vendesse por um preço barato sofreria uma desvalorização no mercado e sua marca poderia ser comprometida por ceder a uma oferta baixa.

Em 2009 foi a vez da Perdigão mostrar superioridade e aproveitar o avanço no mercado em relação a Sadia. Ambas as empresas teriam sofrido uma queda significativa nos lucros da empresas nos meses anteriores a fusão. Porém a Perdigão pode obter destaque maior ao ponto de poder ofertar um preço mais elevado em relação a oferta em que a Sadia fez no ano de 2006. O acordo foi aceito e a Sadia passou a ter menos prestígio no novo grupo.

{A63E9410-C87B-45ED-80D5-97A41F814933}_brf_brasil_foods_001Com a fusão da Sadia e Perdigão, deu-se origem a Brasil Foods que passou a assumir, a terceira colocação no ranking das maiores empresas exportadoras do país. Ambas as empresas foram informadas da fusão no dia 19 de maio desde ano. Tanto a Sadia quanto a Perdigão, nasceram no sul do Brasil e tinham um perfil compatível. Tendo em vista que a Sadia tem como principais produtos a margarina, produtos congelados e frango. Já a Perdigão tem como principais produtos as carnes, massas, e pizzas.

A Brasil Foods passou ter um faturamento de R$ 22 bilhões, com 116 mil funcionários e 42 fábricas por todo o Brasil. A nova empresa consegue somar R$10,7 bilhões em exportações, ser a 10ª maior produtora de alimentos das Américas e ser a 2ª maior indústria alimentícia do Brasil, ficando atrás somente da JBS Friboi, que chega a abater de 25 a 30 bois por dia.

Valores da Marca

Na missão da Sadia está claro seu objetivo primordial de produzir e comercializar alimentos, contribuindo para a qualidade de vida, o crescimento e a felicidade das pessoas. Em suas campanhas publicitárias, é possível perceber o quanto a Sadia tenta relacionar seus produtos com o ambiente caseiro. A família perfeita sempre está sempre sorridente e cheia de alegria, pronta para dizer frases publicitárias facilmente influenciáveis aos consumidores em massa. A discussão que pode ser gerada a partir dessa premissa de perfeição, é que o consumidor passe a perceber a marca da propaganda como um símbolo perfeito.

A propaganda tem esse poder de fazer com que o indivíduo faça escolhas sem usar a razão. O que faz o consumidor escolher por determinado produto é justamente o conceito que ele grava em sua mente a respeito de determinada marca. E a propaganda tem essa tarefa de fixar na mente o interlocutor ideias positivas relacionadas a empresa do produto consumido por ele.

A Sadia tenta sempre impor um objeto de desejo, muitas vezes o próprio produto, ao consumidor a fim de fazê-lo comprar, aumentando o lucro da empresa. As formas utilizadas pela empresa no intuito de persuadir o espectador são realizadas de diversas maneiras. Bem como criar um mascote – Lequetreque – para chamar a atenção do consumidor e induzi-lo a pensar que a empresa tem um diferencial, não explícito, mas implícito pelas frases ditas pelo frango veloz da Sadia nos comerciais televisivos.

A qualidade da Sadia é um dos principais valores que a marca tenta passar para o consumidor. Por atuar em um mercado de produtos industrializados e antes de tudo, alimentícios, a empresa deve tomar cuidado na manipulação das informações que for passar eventualmente ao consumidor. Caso essa informação seja absorvida de forma erronia, a Sadia pode ter problemas sérios. Então o que sempre vai dar certo para o grupo Sadia, é transmitir o conceito de transparência e de qualidade tanto na produção dos alimentos quanto no atendimento ao consumidor.

Processo criativo da marca

A Sadia desde que nasceu teve a preocupação de inovar tanto em suas produções quanto nos meios em que encontrava oportunidade de vender seu produto. Sabemos que na década de 1970, a Sadia criou o personagem Lequetreque, um frango muito veloz que usa um capacete de corrida branco com detalhes nas cores do Brasil. A empresa tinha o cuidado de vincular o personagem sempre aos produtos instantâneos, que necessitavam de rapidez no preparo.

O processo criativo da marca deve impor como objetivo, persuadir o interlocutor, a partir desse instante, passar a informação a ele no intuito de fazê-lo absorver as informações positivas sobre o produto e sua marca. Com isso a empresa consegue crescer no mercado, caso tenha um retorno positivo por parte dos consumidores.

Novelas da Sadia

O caso da Sadia é bastante interessante pois durante a história da empresa foi possível destacar alguns pontos importantes a respeito das campanhas publicitárias: o primeiro deles é a “marca registrada” que sempre passou ao consumidor, peças publicitárias que despertassem o desejo de consumo; em segundo plano a felicidade que os personagens transmitem ao fazerem uma cena de um café da manhã perfeito com os produtos da Sadia. Com esses conceitos importantes, é possível produzir peças publicitárias que interajam com o público obtendo um resultado em bom nível.

Lançamento do mascote Lequetreque 1986
Novo Lequetreque 3D

A Sadia conseguiu chegar em um novo patamar da publicidade no Brasil. Carregou desde 1971 o Frango mais veloz do mundo, Lequetreque. Nome que foi escolhido pelo povo brasileiro. E que teve influências francesas em sua criação. Evoluiu até o ano de 2007 onde passou para a 3ª dimensão. O mascote passou de desenho 2D para 3D, que tem dimensões horizontais, verticais e de profundidade. O franguinho passou por um processo de evolução que levou perto de 1 ano para ficar pronto por completo. Lequetreque sempre fez sucesso com as crianças e promete fazer muito mais.

Comerciais de Televisão da Sadia

Este trabalho, aplicado pelo profesor Hilton Castelo, que ministra a disciplina História da Publicidade Brasileira, composto por dois textos, tem como objetivo fazer um panorama histórico de diversas marcas e sua aplicabilidade social.

Nos artigos redigidos pelos alunos, constam anúncios publicitários das marcas em revistas, jornais e TV, que exemplificam as estratégias da comunicação de cada marca.

Boa Leitura.

logo apple

Logos da Apple

Boas Vindas

Logo up

Logomarca UP

O Blog Comunicação Publicitária, pertencente a turma de estudantes de Publicidade e Propaganda da Universidade Positivo, tem como objetivo, divulgar e publicar trabalhos construidos pela turma para interesse de pesquisa e entretenimento.

Os assuntos que por aqui passarão, não estão enclauzurados no âmbito publicitário, mas devem permear todo o universo da Comunicação, uma vez que também somos comunicadores sociais. Seja Bem Vindo !