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Archive for junho \23\UTC 2009

Para que uma vida profissional seja bem sucedida, é preciso saber em que área você deve atuar. Pensando nesse assunto, criamos uma enquete para causar uma movimentação entre os publicitários da UP (Universidade Positivo) e visitantes do nosso blog. A contagem da votação é restrita por apenas um voto por computador. A ordem das opções estão dispostas em ordem aleartória. Aproveite. Vote e convide mais amigos publicitários.


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Autoras: Gabriela Rodrigues e Nádia Giacomazzi

HISTÓRIA DA BERGERSON

Bergerson

Uma empresa nascida do sonho e da perseverança. Foi assim que a Bergerson, hoje uma das cinco maiores redes joalheiras do Brasil, traçou uma trajetória em que tanto o empenho pessoal quanto a ousadia empresarial contaram para o sucesso.

Essa narrativa começa com Moisés Bergerson, fundador da empresa, que acreditou no sonho de conquistar muito mais do que a vida em princípio lhe oferecia. Imigrante vinda da Polônia durante a Segunda Grande Guerra, ele viu no Brasil um país cheio de possibilidades.

Morando em Curitiba (PR), o primeiro passo do jovem Moisés foi estudar e aprender uma profissão. Foi assim que ele, ainda adolescente, foi trabalhar numa relojoaria, consertando relógios. Começou com os despertadores. Quando já sabia tudo sobre isso, decidiu aprender a lidar com os modelos menores. Para isso, foi preciso se empregar como aprendiz com outro relojoeiro. Em pouco tempo, já era reconhecido pelo trabalho.

Foi então que um amigo abriu uma joalheira e chamou Moisés para ser relojoeiro da empresa. Pelo interesse e dedicação, logo tornou-se gerente da loja. Depois dessa experiência, Moisés Bergerson percebeu que tinha conhecimento suficiente para trabalhar por conta própria. Inicialmente, passou a vender jóias e relógios numa parte da loja do pai, até que resolveu tentar a sorte sozinho. Vendia relógios e jóias diretamente aos clientes. Atendia em vários lugares de Curitiba, principalmente escolas e quartéis. Para progredir, todos os meses Moisés impunha a si mesmo uma meta de vendas. Assim permaneceu durante alguns anos, conquistando clientes com um poder de persuasão que os amigos considerava excepcional.

Em 1964, Moisés comprou um conjunto comercial na Rua XV de Novembro e montou seu primeiro escritório. Assim nasceu a Bergerson. Com um amigo e funcionário, o empresário passou a viajar para vender em outras cidades da região. Pensando no crescimento da empresa, investia tudo o que ganhava no próprio negócio.
Um momento marcante na vida da empresa foi quando a Bergerson tornou-se revendedora da marca Rolex. Para tornar-se representante, Moisés Bergerson travou uma batalha de persistência. Foram necessárias várias reuniões, visitas e cartas, quase sempre recebendo um não como resposta. Os motivos da recusa: havia pouca distância com outros revendedores e o fato de a loja não ficar num espaço térreo e, consequentemente não ter vitrine para a rua. Diante da insistência do empresário, o então diretor da empresa, Walter Van Gessel, Decidiu abrir uma exceção e aceitou a proposta. A partir daí, os dois firmaram uma sólida amizade, além de uma parceria comercial significativa. A sintonia foi tanta que, depois de algum tempo, o escritório da rolex passou a ser à base de operações de Moisés Bergerson em São Paulo, pra onde viajava semanalmente.

Nessa época, apareceu a oportunidade de alugar em Curitiba um imóvel central, na Rua Ébano Pereira, 39, onde foi montada a primeira loja Bergerson de frente para a rua.

Logo a empresa tornou-se a preferida dos curitibanos.

Em 1991, a Bergerson viveu pela primeira vez o sonho de toda empresa. Criou um produto que virou febre nacional. Isso acontece quando a joalheria desenvolveu e lançou a coleção começou a ser copiada por outras empresas, de Porto Alegre e Manaus. Uma vez trilhado o caminho para o coração do consumidor, a Bergerson conseguiu depois várias vezes alcançar uma aceitação excepcional em outras coleções, marcando seu nome entre as grandes joalherias brasileiras.

Hoje a Bergerson é uma das cinco maiores joalherias do país. O grupo emprega 500 funcionários e está presente em Curitiba, Londrina, Maringá, Blumenau, Joinville e Florianópolis. Além de produzir e terceirizar a produção de jóias com a marca própria, a Bergerson trabalha com as melhores e mais sofisticadas marcas de relógios do mundo, como Baune & Mercier, Breitling, Calvin Klein, Cartier, Longines, Montblanc, Omega, Rolex, Tudor e Victorinox Swiss Army.
Moisés Bergerson Continuou à frente dos negócios atuando como diretor geral da Bergerson até seu falecimento, em 14 de junho de 2008. Com uma política de colocar o atendimento ao cliente em primeiro lugar, a Bergerson tornou-se sinônimo de jóias em todas as regiões onde atua.

A Bergerson é uma empresa que tem orgulho de ser paranaense e a maior rede de joalherias do Sul do país. Trabalha com jóias que esbanjam charme, elegância e beleza. As delicadas peças são feitas não só pensando em mulheres luxuosas que vão a grandes eventos, mas também naquelas que, apesar da correria do dia-a-dia, querem estar sempre bonitas e elegantes.

As peças publicitárias são finas, clássicas e com poucas informações, trabalha mais com imagens dos produtos. São como pequenos livros: começam com uma introdução a respeito da nova coleção, em forma de texto literário, e então mostra apenas imagens.

Coleção de Novembro de 2008

Coleção Novembro 2008

Coleção Maio 2009

Coleção Maio 2009

As modelos usadas nas campanhas publicitárias da Bergerson são sempre bonitas, exatamente o padrão de beleza atual sempre explorado na publicidade, não foge do padrão de publicidade direcionado a jóias (Hstern, por exemplo).

A agência publicitária da Bergerson é a OpusMúltipla, com a campanha atual: “Muito além das palavras”.

A coleção 2009 é dividida em três linhas distintas, que compartilham a modernidade e a sinuosidade do design: a estrutura, inspirada na obra da arquiteta iraquiana Zaha Hadid, mundialmente famosa pelas formas dinâmicas; orgânica onde apresenta imagens ondulantes de águas-vivas; privilégio, pois são peças com produção limitada ou únicas.

Coleção maio 2009

Coleção Maio 2009

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Autores: Ollyver Franz e Rudolfo Auffinger

Não é a toa que dizem que para entender o cotidiano e os costumes de cada época basta assistir as campanhas publicitárias criadas neste período.

O caso all star é um grande exemplo que ilustra com detalhes este ditado quase popular. Analisando os mais de cem anos da empresa Converse, não foram poucas as mudanças de conceito da marca e de seu público alvo. Essas mudanças, por sua vez, não foram aleatórias, elas seguiam os costumes da época e falavam a pessoas que se identificavam com a marca, incentivando-as a comprar o produto.

Clip de propaganda encomendado pela all star para o grupo Santogold com Julian Casablancas

Chucky Taylor, o jogador de basquete que contribuiu para o design do calçado na década de 1920 nem imaginava que seu modelo exclusivo para ‘all star’ – expressão americana que designa “só estrelas”, viesse a conquistar jovens roqueiros e até senhores descolados nos anos que estavam por vir.

Deixe o all star com a sua cara, estratégia de marketing para alcançar o targe.
Deixe o all star com a “sua cara”, estratégia de marketing para alcançar o targe.

Tudo começou com a grande popularidade que o tênis conquistou no segmento esportivo. Marquis M. Converse em 1908 fundou na cidade de Malden em Massachusetts a empresa “Converse Rubber Company”. Em 1917 um primeiro modelo já estava a venda para times de basquete. Na década de 1920 Chuck Taylor se oferece a trabalhar com Converse e reformar o modelo de calçado existente. Taylor adicionou uma proteção no tornozelo e começou a assinar o modelo do sapato. A partir de então os números só aumentaram, a popularidade do tênis foi tanta que não só times profissionais usavam o tênis, mas também universitários e amadores semelhante o que acontece hoje com a Havaianas.O sucesso foi tão grande que a marca se tornou o calçado oficial da Segunda Guerra Mundial, deixando de ser um tênis esportivo e passando a ser um tênis de operários e militares. “Até 1955, cerca de 100.000.000 espectadores assistiam aos jogos da NBA e o Converse All Star Chuck Taylor tornara-se o calçado número 1 na América.”[1]

Na décade de 1950 o all star começa a ficar comum entre o roqueiros de Rockabilly, gênero de rock de Jhonny Cash e The Cramps.

Mas a verdadeira revolução da marca está na década de 1970. Com o lançamento em 1966 do cano curto (conhecida como Oxford), a all star conquista os pés do  punk rock, outro gênero do rock n’roll.

Campanha All Star

Ramones, Rolling Stones, Kurt Cobain e os garotos do Strokes são alguns exemplos de famosos que não desgrudaram de seus “Chuck’s”.

O tênis seguiu sua trajetória impulsionada pelo lifestyle (um tênis de cotidiano). Foi febre nos anos 80, época da moda “vários em um”. O tênis manteve o modelo clássico, mas a sola era ligada com um zíper à parte de cima, dando a possibilidade de 3 ALL STAR em 1. Também foi lançado o modelo original em couro – chamado de All Star 2000 – e que se tornou um sucesso entre os consumidores, vendendo mais de 1.000.000 de pares.

Hoje, a marca pertence à Nike, maior empresa de calçados do mundo. Muitos consumidores já reclamaram da mudança do tecido que faz com que o calçado dure menos.

A popularidade atual do All Star  não tem fronteiras, mas a fama que ele faz com as “tribos” de rock indie, e os conhecidos como moderninhos se destacam.

No site que satiriza o Wikipédia, Desciclopédia o calçado é visto como tênis de “emo” e tenta levar seu usuário para a força ‘rosa’ da ‘coisa’ sem contar que é caracterizado como um tênis que dá chulé e nada confortável.

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hojqP5SGxSU&feature=related]

Dessa forma, a All Star, se torna uma marca que independe de publicidade, tal como a coca-cola. Seu consumo está tão implícito que não é comum encontrar seus anúncios por ai. De qualquer forma, o tênis está longe de ser apenas um produto, ele é um conceito.

A ponto das pessoas fazerem isso…

Curiosidades

O cinema abusa da marca all star;

  • No filme Maria Antonieta, o all star rosa se torna símbolo do perfil da personagem, infelizmente não encontrei a cena no youtube, mas vela  pena ver o filme para conferir.
  • Will Smith em “Eu robô” usa all star;
  • Knoxville, com all star preto no filme Jackass 2;
  • Sylvester Stallone usa um par de All Star preto na sua caminhada no filme Rocky.

[1] http://mundodasmarcas.blogspot.com/2007/05/all-star-stay-true.html

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Autores: Christiano e Janaina

adidas

A marca de artigos desportivos adidas, fundada em 1924 e registrada em 1949 por Adolf Dassler, originou-se na Alemanha, e tem esse nome graças à união do apelido de seu funda dor, “Adi”, com parte do seu sobrenome, “Das”. E não, como muitos pensam, da frase “All Day I Dream About Soccer”(todo dia eu sonho com futebol) cujas iniciais formam o nome da marca. A logo da marca foi originalmente criada representando a forma de uma montanha, mas, pelo desenho da montanha ser formado apenas por três faixas paralelas, as listras acabaram por se tornar a logo oficial da marca, que até hoje estampa seus produtos. A empresa, depois de ter a presidência na mão de ministros franceses e bancos, tem hoje como seu presidente Robert Louis-Dreyfus, que também é presidente do time de futebol Olympique de Marseille.

Hoje, a adidas sustenta o posto de segunda maior empresa de equipamentos esportivos de todo o mundo, ficando atrás apenas da Nike, exceto na Europa, onde é líder de mercado. Apesar disso a empresa é a maior distribuidora para clubes esportivos, como Benfica,o AC Milan, Real Madrid, Bayern de Munique, Chelsea e Liverpool e é responsável pelo uniforme de grandes seleções do mundo, como Alemanha, Argentina, Espanha e França, além de ser patrocinadora da FIFA e da UEFA. No Brasil a Adidas é responsavel pelos uniformes do Palmeira, Fluminense e Grêmio. Buscando uma maior abrangência de mercado, a adidas, na segunda metade dos anos 90, dividiu-se em três diferentes segmentos que levam o nome da empresa: adidas Performance, que atende o mercado esportivo, adidas Y-3, criada em parceria com o designer japonês Yohji Yamamoto, que trabalha com roupas e acessórios de luxo, e a adidas Originals, que traz uma linha casual da marca, voltada para a moda das ruas.

adidas Originals

Com tênis e roupas baseados sempre nos primeiros modelos criados por Adi Dassler, o segmento Adidas Originals é hoje o que mais representa o Grupo Adidas. Apesar de ter sido efetivamente criada no processo de separação da Adidas em três segmentos, a Adidas Originals traz em seus produtos um design clássico que vem desde a década de 40. A marca, voltada para a moda casual, foge das exigencias esportivas nos seus produtos, trazendo, por exemplo, tênis sem amortecimento e climatização necessárias para a prática de atividades físicas.

Celebrar a originalidade, além de ser o nome da nova campanha da marca, resume bem a imagem a ser transmitida. Patrocinando eventos de música, promovendo festas com personalidades em todo o mundo e com campanhas que mostram sempre pessoas que trazem um rótulo de modernas e estilosas divertindo-se usando os produtos da marca, a Adidas Originals deixa bem claro qual é público alvo, os que querem se destacar entre os demais sendo diferente do comum. Roqueiros, esqueitistas, rappers e toda a comunidade alternativa em geral se viram alvo da campanha “Celebrate Originality” de 2008, primeira grande campanha da marca desde a separação, que serviu para fixar de vez essa imagem à marca e apresentar a Adidas Originals como a primeira rival do clássico Converse All Star nesse segmento. Este ano, como comemoração aos 60 anos da Adidas, a Adidas Originals vem promovendo festas particulares em mansões pelo mundo inteiro. Curitiba também recebeu uma “Adidas House Party”, que contou com a presença de personalidades e formadores de opinião locais, inflentes na comunidade alternativa curitibana. O site de fotos de eventos inglês “The Cobra Snake” foi contratado pela marca para fazer a cobertura da festas pelo mundo inteiro. As fotos do evento que aconteceu em curitiba podem ser encontradas no site http://www.thecobrasnake.com/partyphotos/indahouse/index.html .

Publicidade da adidas

A marca adidas tem várias campanhas publicitárias em prol de questões sociais, além de suas campanhas apenas em visão de venda de seus produtos. Cada campanha realizada tem seu público alvo seu tom de voz. Ela realiza não só campanhas para televisão, mas também outdoors, ações de guerrilhas, e marketing direto. No Brasil as campanhas não são muito grandiosas como fora do país que tem um apelo maior em função da grande concorrência com outras marcas fortes como ela

Uma das maiores realizações que a adidas promove é uma festa chamadas “adidas House Party” realizada todos os anos nas capitais de vários países e o Brasil é um desses que recebe a festa. A equipe de marketing da marca sai pelas ruas das cidades com convites na mão e procurando pessoas que tenham estilos que lhes agradam pessoas descoladas, jovens “cool” e então elas recebem estes convites onde só vai a “alta sociedade” das cidades. A festa é um acontecimento que muitas pessoas dariam de tudo para conseguir ir,mas que poucas conseguem, lá tem os melhores DJ’s melhores bebidas melhores pessoas. Este é um jeito que a marca encontra de dizer que além de ser a melhor nos produtos que vendem ela gostam de seus consumidores promovendo festas de graça para que eles possam ainda se divertir.

Algumas campanhas da adidas tem recurso mundial, algumas são diferenciadas em casa país de acordo com o que querem dizer,mas tudo é feito com muita competência e sempre são campanhas que surpreendem os consumidores muitas vezes fazendo com que eles comprem os produtos pelo simples fato de terem se identificado coma  campanha.

A adidas possui um site na rede que é fantástico, nele você tem a visualização de quase todas as campanhas realizadas por eles, tem todos as linhas de produtos que a adidas vende, várias informações, e espaços para que os consumidores de seus produtos possam  falar o que desejam. A marca possui um dos maiores apelos à publicidade à imagem da marca gastando uma boa parte de seu dinheiro em publicidades espalhadas pelo mundo todo.

Ela tem seu espaço reconhecido entre as pessoas e um ótimo posto no mercado de vendas,é considerada uma marca muito forte no quesito conceito de marca e no de posicionamento também, foi feita uma pesquisa em que a maioria das pessoas quando pensam em marca de calçados, pensam em adidas.

A seguir, algumas campanhas publicitárias da marca:

Fake Hurts Real

Esta foi mais uma das geniais campanhas da Adidas. Lançada há uns tempos atrás, a marca inovou na campanha de promoção de ténis e sapatilhas, criando o slogan “Fake hurts real“, como objectivo deluta rcontra a falsificação.
É de fácil e rápida compreensão e é bastante original.

Me, Myself

O projeto homenageia a individualidade feminina, a confiança e a motivação. Esses conceitos, que estarão presentes em todas as peças de comunicação da linha Women deste ano, são demonstrados por meio de uma série de retratos íntimos de mulheres do mundo todo e exibem momentos importantes de suas rotinas de exercícios e do seu dia a dia.

No Brasil serão veiculados anúncios impactantes da campanha nas revistas Nova, Vida Simples, Boa Forma, Marie Claire, Corpo a Corpo e Women´s Health e na mídia eletrônica em veículos de grande relevância como, Yahoo, MSN, Boa Forma e Glamurama.

O texto publicitário dos anúncios utiliza o nome real da mulher, além de indicar o que, a primeira vista, parece ser a sua idade. No entanto, o número é uma referência às atividades realizadas pela mulher em questão e aos produtos que ela usa, proporcionando uma visão íntima de sua dedicação e do seu compromisso.

Outro destaque é o lançamento da página que contém uma ferramenta de estilo que permite criar e combinar as roupas da coleção Women. Uma série de seis posts sobre a “Me, Myself” também foi publicada no blog de “Me, Myself” no site de Performance da adidas (www.adiblog.com.br), sempre às quartas-feiras.

Ainda como parte da campanha, a adidas promoveu, em parceria com a Editora Abril, um evento com leitoras das revistas Boa Forma, Women´s Health e Vida Simples para pesquisar em mulheres deverdade como elas vivem a prática esportiva no dia a dia. As convidadas contaram com um espaço exclusivo da marca, onde puderam conhecer e experimentar os novos produtos da linha Women 2009.

Pop-Up Store na Kombi

A Adidas está lançou no Brasil uma nova linha, a Adidas Skateboarding, através de uma pop-up store (conceito bastante usado no exterior, de uma loja colocada num ponto bacana de alguma cidade com hora certa para começar e encerrar os trabalhos). Mas dessa vez não será uma simples loja, mas uma Kombi modelo 1958. Ela foi toda customizada para ser um showroom completo para passear pelas ruas de São Paulo .

Cow Parade adidas

Essa é a primeira vez em que a adidas participa da Cow Parade. Para a marca, a exposição é uma oportunidade de expressar a criatividade e originalidade da marca, além de demonstrar a preocupação da empresa com o lado social. Isso porque, ao final do evento, haverá um grande leilão e a renda obtida será revertida para entidades beneficentes. A Cow Parade é, também, uma excelente maneira de entreter as pessoas, embelezar a cidade e incentivar os artistas locais.

Impossible Team adidas e o Meio Ambiente

Seguindo o tema “ Impossible Team” para o campeonato do mundo de 2006 a adidas colocou este enorme outdoor sobre a construção de uma ponte em Berlim.O efeito do

mergulho de Oliver Kahn é estrondoso.

out-door vivo

tênis sustentável


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Budweiser

Autores: Kathlyn D. Giaccomini e Lucas Pacheco

Budweiser é uma cerveja tipicamente americana, sendo também uma das mais populares. Porém ela recebe muitas críticas devido à alta porcentagem de Arroz na fórmula, algo em torno de 40%, o que a marca justifica dizendo que deixa a cerveja mais leve. A cerveja é produzida em diversas cervejarias tanto nos Estados Unidos como no resto do mundo. Com exceção de alguns estados norte americanos, a porcentagem de álcool varia de acordo com os diferentes sabores de Budweiser.

O LEGADO BUDWEISER

Em 1876, após uma viagem a região da Bohemia, Adolphus Busch e seu amigo desenvolveram uma cerveja inspirada no estilo da região. Como na Bohemia os cervejeiros dão o nome da cerveja baseados na cidade, os amigos foram à cidade de Budweis, dando assim o nome de Budweiser. Após a criação do nome e várias turbulências, entre elas a lei seca norte-americana, quando eles fabricavam a cerveja sem álcool, a sucessão de cargos fez a Budweiser parar nas mãos da Anheuser-Busch. A Anheuser-Busch tem hoje nos Estados Unidos mais de 50% das vendas de cervejas, grande maioria delas por variações da Budweiser. Em 2008 a Anheuser-Busch vendeu grande parte de suas ações para a Belga-Brasileira InBev, para formar a maior companhia de cervejas do mundo, virando assim ABInBev.

COMUNICAÇÃO

A Budweiser, como qualquer outra marca, tem como o principal objetivo criar “Buzz”, porém eles conseguem fazer isso como ninguém.  Seus comerciais estão sempre na boca do povo, nos mais vistos do Youtube e nas maiores audiências em comerciais dos Estados Unidos, no seu conceito criativo a Budweiser sempre contou com comerciais de cunho humorístico, para rádio e televisão, que atingissem de maneira esplêndida seu público alvo, que sempre foi muito bem definido.

Desde o século 16, as cervejas produzidas na região de Budweis eram chamadas de “The Beer of Kings”, Adolphus Bush resolveu reverter isso para a Budweiser e criou o slogan “the King of Beers”, pode se dizer que foi ai que o grande sucesso da marca na área de comunicação começou, e não parou mais.

As campanhas da Budweiser têm aspectos muito particulares, sendo que elas duram por muito tempo e funcionam em paralelo, campanhas criadas em 1994, por exemplo, ainda continuavam suas histórias em 2000, como a dos 3 sapos e o furão, ou a campanha de Real Men of Genious, que gerou mais de 20 anúncios a cada ano que se passava, somando no total mais de 150 anúncios desde 2000 até os mais recentes agora em 2009, sempre enfatizando os heróis que a sociedade não vê.

A Budweiser, de maneira muito esperta, se fez presente em tudo que fazia parte do universo cultural do seu público, os homens norte americanos. É um dos maiores anunciantes e patrocinadores em esportes, tendo até seu carro na Nascar. É também um dos gigantes a anunciar no milionário espaço dos intervalos do Superbowl. Assim, seus comerciais viraram símbolos do homem e passaram a ser repetidos e comentados em cada esquina, bar ou estádio dos Estados Unidos.

Campanhas que Geraram Muito BUZZ

“Frogs”

Três sapos, que se chamam “Bud”, “Weis” e “Er”, estão num pântano à noite quando começam a fazer os barulhos, Bud começa sozinho, depois entram Weis e Er, assim formando o nome da marca. Após um tempo de cantoria a câmera da um Zoom out e aparece do outro lado do pântano um Letreiro Iluminado escrito Budweiser.

Após uma boa aprovação dos Primeiros comerciais novas criaturas começam a aparecer no pântano. O comercial seguinte traz dois camaleões, o Louie e o Frankie, que com um típico sotaque do Brooklin vão ter falas engraçadas e Louie vai começar a se irritar com a interminável cantoria dos sapos. Mais comerciais trazem Louie e Frankie, sempre com muito humor, é ai que Louie começa a conspirar contra o trio de sapos.

Neste momento aparece um novo personagem no pântano, o Furão. Louie o faz derrubar o letreiro na água para eletrocutar os sapos, porém seu plano falha, mas não por completo, “Weis” fica com um trauma posterior e não consegue mais falar, então a Budweiser contrata Louie para fazer a linha de “Weis”. E claro as propagandas continuam, sempre com muito humor, e aos poucos os camaleões e o furão substituem os sapos e os comerciais continuam até 2000.

Essa campanha sempre é citada como uma das melhores do Superbowl, e está atualmente no 5º lugar do ranking da MSNBC’s.

“Real Men of Genius”

Esta campanha que teve início em 1999, com o nome de “The Real American Heroes” consistiu em trazer, com uma bela dosagem de humor, os “heróis” do nosso dia-a-dia para o público Norte Americano. Após o 11 de setembro, a campanha mudou de nome, pois, moralmente, aqueles atos heróicos que estavam na cabeça de todos não poderiam ser comparados aos personagens satirizados na campanha.

Inicialmente com peças de 60 segundos de duração, tanto para rádio e depois em 2003 alguns para TV. Os comercias contava com o ex-cantor da banda Survivor, Dave Bickler. A partir de 2006 algumas rádios, como a Clear Channel, começaram a exigir propagandas de rádio mais curtas, para menores comerciais, então começaram a aparecer alguns de 30 segundos.

Foram mais de 130 comerciais ao longo destes 9 anos que a campanha está no ar. Dentre eles estão alguns como Sr. Operador de Bola de Destruição; Sr. Inventor do Buffet Tudo que Você Conseguir Comer; Sr. Detector de Metal na Praia; Sr. Moletom Multicolorido; Sr. Ator de Filmes para Adultos; Sr. Fogareiro de Churrasco que Usa Gasolina; Sr. Motorista de Caminhonetes Gigantes; Sr. Inventor da Limusine de Caminhotes. Entre muitos e muitos outros. Todos os personagens da série são tipicamente americanos, alguém com quem eles possam se identificar e rir deles mesmos.

http://thefuntimesguide.com/2004/10/bud_light_real.php/

“Budweiser Clydesdales”

Budweiser Clydesdales são um grupo de cavalos do tipo Clydesdale usados para promover a marca. São seis “equipes” de cavalos, cinco delas viajam pelos Estados Unidos e um fica no QG da Anheuser-Busch em St. Louis, Missouri, onde ficam num estábulo de tijolos e vidro, construído em 1885. Cada time tem 10 cavalos, 8 que andam nas ruas e 2 para qualquer substituição necessária. Os Clydesales são muito usados em comerciais, especialmente para o Superbowl.

“Whassup?”

Outra campanha da Budweiser que todos começaram a repetir a famosa frase dos personagens e criou muito “Buzz”. A campanha esteve circulando de 1999 a 2002. A primeira vez que ela veio ao público foi, claro, no intervalo de uma partida de futebol americano.

A história era de 5 amigos que quando se falavam diziam “whassup?”. Um comercial engraçado e voltado para as classes B norte-americanas. Várias outras versões do comercial foram feitas ao longo desses 3 anos, versões com aliens, judeus dizendo Shalom, velhinhas e até criancinhas. Outra versão foi feita durante a campanha de Barack Obama, onde está tudo um caos, os mesmos personagens, porém em um contexto completamente diferente. Eles estão todos acabados, um no Iraque lutando, outro todo machucado, um que está perdendo tudo nas ações e outro que está no meio de uma tempestade tropical devassadora. Com o titulo Change aparece uma imagem da televisão do personagem da propaganda do Obama fazendo campanha.

ESPORTES

Continuando com essa linha de pensamento de criar “Buzz” e participar de tudo que fizesse parte do dia-a-dia do homem moderno a Budweiser se fez presente em muitos esportes. A empresa tem desde carro na NASCAR, até barco de velocidade em competições. Tem seus próprios campeonatos, como de Dragsters e corridas de CART (Championship Auto Racing Teams), uma espécie de liga de alta velocidade nos Estados Unidos, além de serem os patrocinadores principais de muitas corridas de diferentes campeonatos, “The Bud at Glen”, ”Budweiser Shootout”, Budweiser 500 e Budweiser 400, todas etapas da NASCAR. Além de esportes motorizados a Budweiser é patrocinadora da Major League Soccer (série A do futebol norte americano) e do time de futebol Los Angeles Galaxy. Além de atuar no futebol nos EUA eles também são patrocinadores da Premier League (serie A do futebol Inglês), na Inglaterra ele também foram patrocinadores da British Basketball League, o que foi um ganho ainda maior pois eles roubaram o patrocínio da rival Carlsberg.

SUPER BOWL

O Super Bowl merece um espaço só para ele, sejam pelos vários milhões gastos em comerciais ou pelo o que realmente importa, os milhões de espectadores assistindo o futebol americano.

O Super Bowl é um gigante em todos os aspectos, a grande final do campeonato de futebol americano é algo realmente monstruoso. Já foram 43 edições, desde a junção dos campeonatos de futebol americano, o NFL e o AFL, são mais de 90 milhões de espectadores, dois shows milionários nos intervalos da partida, além da estrela que canta o hino nacional no começo do jogo. O jogo, que é mais um espetáculo, é tão importante que depois do onze de setembro a segurança do evento passou a ser organizada pelo Serviço Secreto norte americano.

O evento é claro, um fenômeno em comunicação, são mais de 90 milhões de pessoas só nos EUA, o que da quase um terço da população, sem contar as inúmeras transmissões em todo o mundo. Trinta segundos no comercial do Super Bowl custam 3 milhões de dólares, número que aumenta a cada ano, junto com a procura pelo horário comercial.

Mas pra que dizer tudo isso? Simplesmente por que a Budweiser é a maior anunciante do Super Bowl, se o objetivo deles era divulgar a marca para os homens norte americanos eles estão na “Meca” da comunicação. Dados de audiência comprovaram que o comercial mais visto do Super Bowl foi o comercial da Bud Light, eles também tem o segundo lugar com outro comercial da Bud Light. Compilações com os comerciais da Budweiser que passaram no Super Bowl circulam na internet e criam mais e mais Buzz, milhares de pessoas aguardam o momento em que um comercial novo vai estrear nos intervalos do jogo, e logo saem para comentar no outro dia.

Todos esses fatores só influenciam para que a Budweiser se foque cada vez mais nesse evento aguardado a cada ano, e veja que gastar os 193 milhões de dólares gastos no último Super Bowl em nove comerciais realmente valem à pena. A Anheuser-Bush Budweiser está claramente entre os gigantes da comunicação.

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Autores: Pablo Juan Garcia e Uelyn Thais de Oliveira

História

O McDonald’s é hoje a maior empresa de fast food do mundo. Presente em 118 países, a rede possui 31,8 mil restaurantes, onde trabalham 1,6 milhão de funcionários que alimentam diariamente mais de 48 milhões de clientes.

A história desta incrível companhia começa em 1937, quando os irmãos Dick e Mac McDonald abrem uma barraca de cachorro-quente chama Airdome em Arcadia, no estado da Califórnia. Mas foi somente em 1940 que começa a história de sucesso, quando mudam a barraca Airdome para San Bernardino, também na Califórnia, onde eles abrem um restaurante McDonald´s na Rota 66, em 15 de Maio. O cardápio se baseava em 25 itens, a maioria deles churrasco. O primeiro hamburguer McDonald´s custou US$0,15. E como era comum na época, contrataram 20 carhops; garçons que em cima de patins, entregavam o pedido do cliente no carro. Isso se tornou popular e muito lucrativo.

Em 1948, depois de notar que a maioria do dinheiro que eles ganhavam vinham dos hamburgeres, os irmãos fecharam o restaurante por diversos meses para criar e implantar um inovador Sistema de Serviço Rápido, uma espécie de montagem em série para os hamburgeres. Então os carhops perderam seus empregos. Quando o restaurante foi re-aberto ele passa a vender somente hamburgeres, milkshakes e batatas fritas, se tornando um extremo sucesso, cuja fama é espalhada de boca a boca.

Em 1953, os irmãos McDonald começaram a criar franquias de seus restaurantes, com Neil Fox abrindo a primeira franquia e o segundo restaurante foi aberto em Phoenix, Arizona. Foi o primeiro a usar o estilo baseado nos Arcos de Ouro. No mesmo ano, o restaurante original foi reconstruído baseado nesse estilo. Neste mesmo ano, o quarto restaurante foi aberto em Downey na Califórnia, na esquina da Lakewood com Florence Avenue, onde funciona até hoje, sendo o mais velho restaurante em funcionamento.

No ano seguinte, 1954, o empreendedor e vendedor de máquinas de agitar milkshake Ray Kroc fica fascinado com o restaurante McDonald’s durante uma visita e descobre sua extraordinária capacidade e popularidade. (Outros que visitaram e acabaram se inspirando na idéia do McDonald’s foram James McLamore, fundador da marca rival Burger King e Glen Bell, fundador do restaurante Taco Bell.) Depois de ver o restaurante em operação, Kroc propôs aos irmãos McDonald, que já vendiam franquias, a vendê-las fora da localização original da empresa (Califórnia e Arizona), sendo dele próprio a primeira franquia. Kroc trabalhou muito para vender a marca McDonald’s. Ele tentou até mesmo se impor em sua amizade dos tempos de guerra com Walt Disney na esperança de abrir um McDonald’s na Disneylandia, que estava prestes a ser inaugurada. Mas seu projeto fracassou.

Em 1955, Ray Kroc contrata Harry J. Sonneborn como Gerente de Finanças para o McDonald’s. Harry Sonneborn iria se tornar uma influência importante na corporação até que se demitiu em 1967. Ainda em 1955, Ray Kroc funda o “McDonald’s Systems, Inc.” no dia 2 de Março, uma estrutura legalizada para suas planejadas franquias. E ainda abre, em 15 de Abril, no subúrbio de Chicago, em Des Plaines, Illinois, o nono restaraurante da marca. Somente no primeiro dia, o total de vendas é de $366.12. A literatura da companhia costuma se referir a essa data como o “início” da empresa, que já tinha quinze anos, tirando os irmãos McDonalds da história dando maior valor ao “fundador” Kroc. A empresa ainda chama a este restaurante de McDonalds “número 1″.

No começo da década de 60, Kroc adota como estratégia de marketing a venda de hambúrgueres do McDonald’s para famílias e crianças e vai ao ar o primeiro jingle  criado ”Look for the Golden Arches”(Olhe para os arcos dourados) que faz referência aos arcos do ”M” contido em sua marca.Uma franquia em Washington, D.C. patrocina um show infantil chamado Bozo’s Circus (Circo do Bozo). Bozo era um personagem franquiado, interpretado (em Los Angeles) por Willard Scott. Depois que o show foi cancelado, Goldstein contrata Scott para interpretar o novo mascote do McDonald’s, “Ronald McDonald”, nos três primeiros comerciais de televisão o personagem era destacado. Ronald McDonald acaba se espalhando para o resto do país por meio de uma campanha de marketing, mas mais tarde decide-se que Scott e sua versão original da fantasia não são adequadas para o papel. Um elenco completo de personagens da “McDonaldland” (McDonaldlândia) é desenvolvido.

Em 1960, Kroc muda o nome de sua empresa para McDonald’s Corporation. No ano seguinte, os irmãos McDonald concordam em vender a Kroc os direitos da sua companhia por US$ 2,7 milhões, uma soma que Kroc conseguiu com empréstimos de vários investidores (incluindo a Universidade de Princeton). Achando a soma extremamente alta, Kroc resolve cortar relações com os irmãos McDonald. O acordo permitia aos irmãos manter seu restaurante original, mas por um descuido, eles não conseguem reter o direito de continuar com sua franquia do McDonald’s. Foi rebatizado com o nome d “The Big M” (“O Grande M”), mas Kroc levou-o à falência, construindo um McDonald’s a apenas uma quadra ao norte. Se os irmãos tivessem mantido o acordo original, que os dava direito a 0.5% da receita bruta anual da cadeia, eles e seus herdeiros estariam ganhando hoje, mais de US$ 100 milhões.

Com Kroc no comando em 1961 é inaugurada a primeira Universidade do Hambúrguer, que tinha como o objetivo o  ensino e à pesquisa de todos os aspectos de produção dos alimentos e operação dos restaurantes McDonald’s, que era destinado aos seus funcionários e parceiros. A Universidade do Hambúrguer funciona até hoje e com o crescimento da empresa, se difundiu pelo mundo e Estados Unidos, Brasil, Alemanha, Japão, Inglaterra, China e Austrália.

Anos mais tarde, em 1967, é aberto o primeiro restaurante da marca fora dos Estados Unidos, em Richmond, British Columbia, no Canadá. Este é o ano também em que o design atual dos restaurantes da cadeia, com mansardas e mesas do lado de dentro do restaurante é introduzido.

Tendo mudado de mãos em 1968, o restaurante “Big M” original fecha. Foi demolido dois anos mais tarde, sendo que apenas uma parte do letreiro ficou de pé. Essa parte, desde então, tem sido restaurada.

O sistema Drive-Thru é implantado em Janeiro de 1975, na cidade de Sierra Vista, Arizona. Que mais tarde ficou conhecido por “McDrive” em alguns países.

Em 1979 é inaugurado o primeiro restaurante no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. A unidade, localizada na Rua Hilário de Gouveia, em Copacabana, Zona Sul, ainda está em funcionamento e é considerado a primeira da América do Sul .Em 1997 é inaugurada a Universidade do Hamburger que hoje vem atraindo executivos do Brasil e de países próximos, trazendo projeção internacional e reconhecimento para a unidade América Latina como importante pólo de desenvolvimento.

No ano de 1988, o McDonald’s abre seu primeiro restaurante num país comunista. Em Győr, na Hungria e em Belgrado, na Iugoslávia. Dois anos depois, em 31 de Janeiro de 1990, o primeiro McDonald’s da União Soviética abre em Moscou. Era o maior McDonald’s do mundo. Por motivos políticos, o McDonald’s Canadá foi o responsável independente com pouco apoio da matriz norte-americana; uma parede mostra juntas as bandeiras canadense e soviética. Para superar problemas de abastecimento, a empresa criou sua própria cadeia de fornecedores, inclusive fazendas da então União Soviética.

Com a expansão da rede McDonald’s , cada vez mais empregos foram gerados dando em 2004 o prêmio de melhor empregador da América Latina, pela Expansion Magazine.

Apesar de ser campeão de vendas na rede fast food , o McDonald’s foi e ainda é o alvo de muitas críticas sobre a má qualidade e os danos que seus alimentos causam a saúde, sendo produzido de campanhas, filmes, até um dia especial contra o McDonald’s .Porém a empresa contra ataca lançando em 2005 , em parceria com o Comitê Olímpico Internacional(COI), uma campanha mundial de vida saudável e combate ao sedentarismo.

Valores

Segundo a própria empresa, seus valores corporativos são:

  • Interagir permanentemente com o cliente, entendendo suas necessidades e conquistando sua simpatia, sua satisfação e sua confiança;
  • Formar e desenvolver pessoas;
  • Conviver de forma positiva com a diversidade de opiniões, promovendo atitudes que fortaleçam o comprometimento com a decisão da equipe;
  • Agir sempre de maneira íntegra e coerente com os valores e princípios defendidos;
  • Promover com equilíbrio o sucesso de todo o Sistema McDonald’s (funcionários, franqueados e fornecedores);
  • Manter o entusiasmo e a determinação de fazer o melhor, renovando continuamente sua energia para o sucesso;
  • Praticar efetivamente o equilíbrio e a harmonia entre os focos de dedicação (trabalho, família, saúde, estudo e lazer) que promovam a felicidade e a qualidade de vida;
  • Reconhecer os esforços, as atitudes cotidianas e o empenho das pessoas em trabalhar em equipe, estimulando os talentos e celebrando as conquistas;
  • Promover atitudes que reforcem a consciência e a prática da cidadania, dentro e fora da empresa.

Os valores explícitos nas peças publicitárias do McDonald’s são:

  • Bem estar;
  • Felicidade das pessoas que consomem seus produtos;
  • Posicionamento como uma empresa que está “ao lado do cliente”, ajudando-o no dia-a-dia com refeições práticas;
  • Desde 2003 a empresa vem tentando formar uma imagem mais “saudável”, inclusive alterando a composição de alguns de seus produtos;
  • Compromisso com o meio ambiente como os “restaurantes verdes” que, comparados a unidades similares, permitem uma redução de 14% do consumo de energia e de 50% do de água potável, representando uma economia de 50 mil KW e de 217 mil litros de água por ano. Contribui para essa diminuição o fato de a carga térmica instalada para refrigeração ser 25% menor e de a luz solar responder por uma parcela de 2,5% do total da energia consumida.

Vídeos

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McDonalds Piano Recital commercial

McDonald’s Commercials Vol. 1

First McDonalds Commercial – Creeepy!

McDonald’s Best Commercial Ever!

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Ronald McDonald

Ronald McDonald

Pablo Juan Garcia

Uelyn Thais de Oliveira

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História
A MasterCard iniciou suas atividades no final da década de 40, numa época em que diversos bancos norte-americanos começaram a fornecer a seus clientes um papel que poderia ser utilizado como dinheiro vivo para compras em lojas locais. Em 1951, o Franklin National Bank, de Nova York, formalizou essa prática ao oferecer para o mercado o primeiro cartão de crédito real. Durante a década de 60, alguns estabelecimentos já aceitavam cartões como forma de pagamento e trabalhavam com um único banco. Em agosto de 1966, uma dessas franquias formou o Interbank Card Association (ICA), que mais tarde passou a se chamar MasterCard International. Diferente de outras organizações, a ICA não era controlada por um único banco. Em 1968 inicia a formação de uma rede global com bancos fora dos Estados Unidos.
O cartão MasterCard foi o primeiro cartão de pagamento a ser emitido na República Popular da China, em 1987. Em 1993, a China já representava para a MasterCard o segundo maior país em volume de vendas. Em 1988, foi emitido o primeiro cartão MasterCard na União Soviética. Hoje, existem mais de 30 escritórios da MasterCard em todo o mundo, incluindo Índia, Tailândia, Chile, Coréia do Sul e Taiwan. Pioneira no uso de imagens holográficas de segurança, em 1990 a MasterCard apresenta a estratégia de marca conjunta, e se torna líder da indústria de marcas conjuntas. Em 1997 o lançamento da campanha publicitária premiada Priceless  (“Não Tem Preço”), vai ao ar pela primeira vez em Outubro, e é veiculada em 98 países e em 46 idiomas. A campanha cria um aumento significativo da visibilidade e uso da marca – a palavra “MasterCard” passa a fazer parte do dia-a-dia das pessoas. Pela primeira vez na história da MasterCard, um relato real de consumidor é transformado em comercial de TV, com veiculação em canais de sinal aberto e a cabo.
A marca possui um serviço chamado MasterCard Advisors que vem a ser a maior consultoria global focada na indústria de pagamentos. Em 2006 a MasterCard apresenta o seu novo nome corporativo, a MasterCard Worldwide, adotando uma nova assinatura e slogan corporativo, O Coração do Comércio, refletindo a infra-estrutura global e integrada da empresa e a visão estratégica de promover o comércio no mundo inteiro.
Na qualidade de elo crucial entre instituições financeiras e milhões de empresas, titulares de cartão de crédito e estabelecimentos no mundo todo, a MasterCard presta serviços em mais de 210 países e territórios e promove o comércio mundial desenvolvendo soluções de pagamento mais seguras, convenientes e compensadoras, processando bilhões de pagamentos de forma integrada ao redor do mundo e criando conexões econômicas que imprimem rapidez aos negócios.

Autores: Thaís Gnatta Rodrigues e Gabriella Pereira

História

A MasterCard iniciou suas atividades no final da década de 40, numa época em que diversos bancos norte-americanos começaram a fornecer a seus clientes um papel que poderia ser utilizado como dinheiro vivo para compras em lojas locais. Em 1951, o Franklin National Bank, de Nova York, formalizou essa prática ao oferecer para o mercado o primeiro cartão de crédito real. Durante a década de 60, alguns estabelecimentos já aceitavam cartões como forma de pagamento e trabalhavam com um único banco. Em agosto de 1966, uma dessas franquias formou o Interbank Card Association (ICA), que mais tarde passou a se chamar MasterCard International. Diferente de outras organizações, a ICA não era controlada por um único banco. Em 1968 inicia a formação de uma rede global com bancos fora dos Estados Unidos.

O cartão MasterCard foi o primeiro cartão de pagamento a ser emitido na República Popular da China, em 1987. Em 1993, a China já representava para a MasterCard o segundo maior país em volume de vendas. Em 1988, foi emitido o primeiro cartão MasterCard na União Soviética. Hoje, existem mais de 30 escritórios da MasterCard em todo o mundo, incluindo Índia, Tailândia, Chile, Coréia do Sul e Taiwan. Pioneira no uso de imagens holográficas de segurança, em 1990 a MasterCard apresenta a estratégia de marca conjunta, e se torna líder da indústria de marcas conjuntas. Em 1997 o lançamento da campanha publicitária premiada Priceless  (“Não Tem Preço”), vai ao ar pela primeira vez em Outubro, e é veiculada em 98 países e em 46 idiomas. A campanha cria um aumento significativo da visibilidade e uso da marca – a palavra “MasterCard” passa a fazer parte do dia-a-dia das pessoas. Pela primeira vez na história da MasterCard, um relato real de consumidor é transformado em comercial de TV, com veiculação em canais de sinal aberto e a cabo.

A marca possui um serviço chamado MasterCard Advisors que vem a ser a maior consultoria global focada na indústria de pagamentos. Em 2006 a MasterCard apresenta o seu novo nome corporativo, a MasterCard Worldwide, adotando uma nova assinatura e slogan corporativo, O Coração do Comércio, refletindo a infra-estrutura global e integrada da empresa e a visão estratégica de promover o comércio no mundo inteiro.

Na qualidade de elo crucial entre instituições financeiras e milhões de empresas, titulares de cartão de crédito e estabelecimentos no mundo todo, a MasterCard presta serviços em mais de 210 países e territórios e promove o comércio mundial desenvolvendo soluções de pagamento mais seguras, convenientes e compensadoras, processando bilhões de pagamentos de forma integrada ao redor do mundo e criando conexões econômicas que imprimem rapidez aos negócios.

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